Cansei de procurar as coisas fáceis;
De acordar ao meio dia lento e;
Sorrir para o planeta todo, sempre;
Em face de algum encanto dado;
Que revestiu o pronto meu a meios;
Aparentemente belos.
Aparentemente laicos.
De repente, enquanto destas mãos fugia;
A esperança que prendi por anos, tantos;
Pude notar que desta tal melancolia;
Mesmo em face do meu desengano,
Cansar não mudar a sorte do insano;
Que aprendeu viver em meio a guerra;
Aparentemente suja;
Aparentemente nada.
Cansado, destas musicas sem som;
Destes barulhos retardados;
Destas cara-de-pau a pique à marços;
Sem águas ou verão fechando promessas;
Sem ergues de Justiça ou clava forte;
Sem dias, sem noites, sem deuses e generais;
Cansei. Onde estará o bálsamo meu?
Aparentemente vivo? Realmente meu?
Entre Deus e o diabo a cruz:
Que aprisiona, que crucifica
Que apaixona e que liberta;
Que salva, que leva, eleva,
Aparentemente!
De acordar ao meio dia lento e;
Sorrir para o planeta todo, sempre;
Em face de algum encanto dado;
Que revestiu o pronto meu a meios;
Aparentemente belos.
Aparentemente laicos.
De repente, enquanto destas mãos fugia;
A esperança que prendi por anos, tantos;
Pude notar que desta tal melancolia;
Mesmo em face do meu desengano,
Cansar não mudar a sorte do insano;
Que aprendeu viver em meio a guerra;
Aparentemente suja;
Aparentemente nada.
Cansado, destas musicas sem som;
Destes barulhos retardados;
Destas cara-de-pau a pique à marços;
Sem águas ou verão fechando promessas;
Sem ergues de Justiça ou clava forte;
Sem dias, sem noites, sem deuses e generais;
Cansei. Onde estará o bálsamo meu?
Aparentemente vivo? Realmente meu?
Entre Deus e o diabo a cruz:
Que aprisiona, que crucifica
Que apaixona e que liberta;
Que salva, que leva, eleva,
Aparentemente!
Maicon de Paula