E levantando estas mãos o adeus que apaga;
Quisera eu perder-te às flores de uma ilha só;
Quisera eu, te perder em cores; sufocar a dó;
Elas vagando pelo ar a fora e, eu em cega saga.
Não que este amor seja inimigo. Fraga?
Nada de dispor as cartas em efeito dominó.
Não sem desatar este estágio farto em nó;
Não sem descobrir se isso é benção ou praga.
Ainda que me sobrevenha à tempestade;
E que não possa eu, sonhar com o amanhã;
Prosseguirei na caminhada fria, errante.
Embriagando este afã da mocidade;
Talvez o meu amor renasça mais Titã
Menos vadio, bem mais ousado e picante.
Michael Wendder – Direitos reservados
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